Nossas Publicações

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3 de dezembro de 2018
Margarida Corrêa de Aguiar

O Portugal dos nossos netos: tendências demográficas e economia no século XXI

Não basta sabermos que vivemos mais anos: é fundamental criarmos um clima favorável às transformações da economia e da organização social. Precisamos de nos organizar como sociedade civil, mas precisamos de políticas públicas para estimular uma estratégia nacional que saiba lidar com o desafio do envelhecimento demográfico.

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26 de novembro de 2018
João Cerejeira/ Miguel Portela

Assimetrias regionais e dinâmica económica sustentada

Os anos mais recentes mostraram que a dinâmica de recuperação da economia portuguesa foi propulsionada pelas regiões mais exportadoras. Porém, estas regiões são também aquelas que evidenciam maiores fragilidades em termos de capital humano, com níveis de escolaridade da sua população ativa que nos deveriam envergonhar.

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12 de novembro de 2018
Fernando Ribeiro Mendes

Queremos mercados éticos?

Não podemos decretar mercados éticos. Necessitamos é de políticas públicas que tracem limites morais precisos ao seu funcionamento e apoiem formas emergentes de economia social colaborativa que temperem a amoralidade intrínseca dos mercados com os valores da solidariedade responsável, criando alternativas para a solução dos problemas sociais lá onde os mercados e os Estados falham.

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5 de novembro de 2018
Alfredo Marvão Pereira

O IVA da electricidade no Orçamento para 2019: medidas tímidas em direcção incerta

As medidas no Orçamento para 2019 no que respeita à factura da electricidade são um passo insignificante num sentido incerto. São um passo insignificante porque implicam, na melhor das hipóteses, uma redução de 4,5% para cerca de metade das famílias e de 1,5% para a outra metade. São um passo incerto porque o mais certo é metade desta redução nunca se vir a concretizar.

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22 de outubro de 2018
Rui Nuno Baleiras

Faltam economistas dos impostos: o problema e uma proposta de solução

Economistas qualificados para pensar os impostos e outros instrumentos de receita pública nos seus efeitos sobre os comportamentos das pessoas e das empresas são um recurso muito, muito escasso em Portugal. Talvez por isso, de uma maneira geral, os impostos, as taxas e os preços de serviços de interesse colectivo tratam tão mal a Economia.

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27 de agosto de 2018
Rui Nuno Baleiras

Medidas para o interior e coragem política: uma opinião sobre bolos, farinha e fermento

Alguns economistas prestigiados têm criticado o lançamento de medidas de politica de desenvolvimento económico exclusivas para os territórios menos urbanizados com vários argumentos que se podem sintetizar na seguinte ideia: medidas desgarradas são ineficazes e medidas territorialmente discriminatórias redundam em empobrecimento nacional e, por isso, não devem existir.

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11 de junho de 2018
João Cerejeira/ Miguel Portela

Das (des)vantagens da contratação a termo

Se as alterações acordadas a 30 de maio na Concertação Social parecem ir na direção correta, infelizmente mais uma vez parte-se para a negociação e posterior decisão sem que haja um estudo de avaliação prospetiva destas medidas.

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4 de junho de 2018
Jorge Miguel Bravo

Fundamentos económicos do mercado de habitação: a (anti)reforma

O governo anunciou recentemente uma auto-intitulada (anti)reforma no sector da habitação que arrisca, por desconhecimento ou negligencia dos fundamentos básicos de funcionamento da economia neste mercado, transformar-se em mais um conjunto vazio de enunciados e propostas que apenas serve para entreter a classe política e os comentadores alinhados.

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21 de maio de 2018
Alfredo Marvão Pereira

Retoma ou recessão? Qual a melhor altura para pôr as contas públicas em ordem?

Finanças públicas débeis são mesmo como os carros usados. Se não lhes dermos a atenção devida quando as coisas vão bem e nos é mais conveniente, acabamos por ter de tratar deles quando deixam de funcionar e nos é muito mais inconveniente.

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7 de maio de 2018
Rui Nuno Baleiras

Sugestões para o processo de descentralização em preparação

Para além de uma visão de médio prazo com metas territorializadas e um comando político diferente na Administração Central, é indispensável tirarmos todo o partido da governança vertical, ou seja, da cooperação entre aquela e os patamares supramunicipal e local e, eventualmente, de uma estruturação inteligente da Administração Regional no Continente.

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30 de abril de 2018
Carlos Pereira da Silva

O que disse o primeiro-ministro

Como conclusão: é necessário aumentar a força de trabalho, o PIB potencial e a massa salarial para que a segurança social tenha capacidade financeira para solver os seus compromissos a médio e longo prazo.

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2 de abril de 2018
Jorge Miguel Bravo

Ilusão monetária, austeridade real e empobrecimento da Função Pública

A ilusão de que o fim do programa de ajustamento da Troika e a mudança de ciclo político significariam o fim da austeridade transformou-se numa desilusão. Alguns estudos elaborados no âmbito da economia comportamental mostram que a ilusão monetária pode influenciar a percepção dos resultados de uma determinada medida, seja pela presença de comportamentos mióticos, seja pela fraca literacia financeira da população.

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5 de março de 2018
Rui Nuno Baleiras

Desenvolvimento de Portugal e a orgânica do próximo Governo

O País sobressaltou-se com o drama dos incêndios e parece ter despertado para o tema do desenvolvimento do interior. Vários protagonistas políticos e agentes da sociedade civil têm reclamado atenção das políticas públicas para esta questão. O enquadramento da solução deve ser uma visão territorial do país consensualizada entre um conjunto alargado de partidos políticos e parceiros sociais.

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19 de fevereiro de 2018
Susana Peralta

Será que os portugueses não querem trabalhar?

Que explicações existem para a existência de vagas de emprego não preenchidas, em países onde há desempregados? O mercado de trabalho não funciona como os restantes.

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12 de fevereiro de 2018
João Cerejeira/ Miguel Portela

Contratação a prazo e sem termo: um debate em aberto

A elevada percentagem de trabalhadores com contratos a termo é uma preocupação crescente no debate sobre políticas de emprego na Europa. Num país em que 53,2% da população empregada com idade entre os 15 e os 29 anos está contratada a prazo, o debate sobre as instituições que regulam o mercado de trabalho não pode ser um assunto fechado.

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11 de dezembro de 2017
João Cerejeira/ Miguel Portela

O Estado, a cana de pesca e o livro de instruções

Mais do que insistir numa competitividade da economia baseada em baixos salários, obteríamos muito melhores resultados se empresas e decisores públicos investissem seriamente na formação e na qualificação dos empresários portugueses. É que não chega dar a cana ao pescador se esta não vier com o livro de instruções.

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20 de novembro de 2017
Alfredo Marvão Pereira

Infra-estruturas de saúde e o desempenho da economia: as razões por que mais é melhor

Uma das áreas por excelência contempladas no OE para 2018 são as infra-estruturas de saúde, em que se projeta o início de um novo ciclo de investimentos. A prioridade estará na reabilitação de unidades de saúde familiar e de cuidados de saúde primários, bem como a construção de quatro novos hospitais. Neste contexto, a questão da avaliação dos efeitos macroeconómicos destes investimentos passa a ser da maior atualidade.

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2 de outubro de 2017
Alfredo Marvão Pereira

Tarifa social de electricidade? Sim, mas financiada através do OE!

Se a tarifa social de eletricidade, na sua forma atual, não é a solução, qual a melhor forma de ajudar as famílias mais carenciadas? A resposta tem duas partes. Quanto ao financiamento, parece-me inequívoco que este deve ser feito no âmbito do Orçamento do Estado através de impostos progressivos. Mas deve o Estado transferir o dinheiro para a EDP ou para os consumidores mais carenciados?

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28 de agosto de 2017
Jorge Miguel Bravo

O seguro florestal enquanto instrumento de gestão de risco das florestas

A gestão do risco no âmbito da actividade agrícola/florestal assume uma importância crescente num contexto da globalização, preocupações ambientais e alterações climáticas.

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14 de agosto de 2017
Alfredo Marvão Pereira

Electricidade com IVA de volta aos 6%? A economia e a justiça social agradecem.

Reverter o IVA da electricidade para uma taxa de 6% não só melhoraria o desempenho económico, como também teria efeitos redistributivos positivos, e aumentaria apenas marginalmente as emissões poluentes. Nesta perspectiva, tal reversão é oportuna e desejável. Penso aliás que faz muito mais sentido reverter o IVA sobre a electricidade do que fez recentemente reverter o IVA sobre a restauração.

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26 de junho de 2017
Alfredo Marvão Pereira

Portagens nas antigas SCUT agravaram a sinistralidade rodoviária

Considerando que as receitas das portagens nas ex-SCUTs cobrem apenas 30% dos seus compromissos públicos brutos, considerando que a nova conjuntura orçamental permitiria a sua reversão a SCUTs, e considerando que uma redução das portagens não só preencheria as vias rápidas como ainda reduziria o número de vítimas por ferimentos ligeiros, é caso para dizer: “Do que está o Governo à espera?”.

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8 de maio de 2017
Alfredo Marvão Pereira

Mais investimento público, sim, mas com rigor

As análises de projectos de investimentos de iniciativa pública não tem de ser nem devem ser “compulsivas” no sentido de ditarem unilateralmente as decisões políticas correspondentes. O que não podem é ser meramente “decorativas” como tantas vezes é o caso. Tem de ser “indicativas” – de ser uma das peças chaves mas não a única a informar as decisões políticas sobre estes investimentos.

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27 de março de 2017
Fernando Ribeiro Mendes

Saúde: a hora das “parcerias público-privado-sociais”

Chegou a hora de ensaiar um novo tipo de parceria: as “parcerias público-privado–sociais”, que podem abranger até 4 milhões de portugueses dispostos a adquirir cuidados diferenciados, que o SNS não tem vocação para prestar.

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20 de março de 2017
Alfredo Marvão Pereira

Parcerias público-privadas: controversas, mas incontornáveis

Pelas suas potencialidades, o modelo de financiamento de infraestruturas através de parcerias público privadas é incontornável. Mas o uso responsável deste instrumento exige regras e procedimentos transparentes, estáveis, do conhecimento de todos, e que garantam que os projectos a financiar sejam justificados numa lógica de racionalidade económica e que os interesses do Estado sejam protegidos.

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